segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Arte contemporânea dinamarquesa

No Palácio da Cultura Gustavo Capanema, à rua da Imprensa, 16, sede do MinC no Rio de Janeiro, estão rolando duas exposições das mostras do Instituto Cultural Dinamarca-Brasil. Até 7 de março estarão abertas as mostras Impressões: Gráfica Dinamarquesa Contemporanêa - documenta a produção atual de gravura e artes gráficas da Dinamarca; e Shortcuts - uma retrospectiva da obra do designer Erik Magnussen (na foto, tirada no local, uma instalação com cadeiras criadas por ele). Entrada franca, as visitações podem ser realizadas de segunda a sexta, das 10h às 18h. Informações: (21) 2279-8092.

Seresta no Museu

Sempre aos domingos à tarde, por volta das 16h, rola animada seresta nos jardins do Museu da República (Palácio do Catete), freqüentada pela turma da Quarta Idade. À direita, na foto (clique para ampliá-la), aparece um grupo de cadeirantes, ou seja, não é por isso que a turma vai ficar em casa. E todo o mundo participa. Anime-se! Vá para a rua também!

Favelização em Dubai

Como vocês podem observar por esta foto (clique nela para maximizar) de um condomínio de luxo em construção em Dubai, não é só entre os pobres que o processo de favelização está crescendo. Aqui no Rio de Janeiro, confira o resultado de processo semelhante (mas de forma desorganizada) em Armação dos Búzios, onde os bacanas conseguiram estragar a paisagem do balneário.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Suplicy canta e dança no Iraque

Gente... Eu não sei quem é mais maluco, se o Itamaraty ao autorizar e bancar a viagem ou o senador Eduardo Suplicy (PT/SP) se abalar até o Iraque para falar daquele seu chatíssimo assunto preferido. Pois não é que em meados de janeiro, o nosso prezado foi a Bagdá, em missão oficial (!!!), fazer propaganda do "programa de renda mínima"? Aproveitou para dançar e cantar “Blowin’n in the Wind”, do Bob Dylan, para os aquartelados parceiros do Bush. O Supla tem mesmo a quem puxar... E olha o que disse a figura na volta da excursão: - “Procurei mostrar como uma renda básica colaboraria para que xiitas, sunitas e curdos pudessem sentir-se todos solidários, participando da riqueza e ajudando na construção da democracia”. Mas agora a prestação de contas tá dando rolo. O Ministério das Relações Exteriores alega que pagou US$ 30 mil para uma empresa inglesa de segurança fornecer 8 homens fortemente armados e carros para escoltar o senador em Bagdá por dois dias, mas assegura que ele medrou e ficou em Bagdá só 24 horas, caindo fora e indo pra Paris. O Suplicy jura que ficou dois dias. Será que as contas do cartão corporativo que ele deve ter levado já bateram por aqui?

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Frases definitivas e seus prováveis autores

''Fumo maconha, mas não trago, quem traz é um amigo meu' - Marcelo Anthony - ''O que te engorda não é o que você come entre o Natal e o Ano Novo, mas o que você come entre o Ano Novo e o Natal' - Solange Couto - ''Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta?' - Dorival Caymi - ''Para seu marido não acordar com a macaca... Depile-se' - Cláudia Ohana - 'O homem é um ser tão dependente que até pra ser corno precisa da ajuda da mulher. Pra ser viúvo também' - Principe Charles - ''Por maior que seja o buraco em que você se encontra, pense que, por enquanto, ainda não há terra em cima' - Dercy Gonçalves - ''Cabelo ruim é igual a bandido... Ou tá preso ou tá armado' – Ronaldinho Gaúcho - ''Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros' – Roberto Justus - ''Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que sempre tem razão' - Galvão Bueno - ''Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança' - Zeca Pagodinho - ''Mulher gorda é que nem Ferrari... Quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo' - Reginaldo Leme - ''Se um dia a vida lhe der as costas... Passe a mão na bunda dela' – Paulo Cesar Pereio - ''Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental... Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o retardado é você' - Antônio Palocci - ''Se homossexualismo fosse normal... Deus teria criado Adão e Ivo' – Gilberto Braga - ''Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário' - Bill Gates - ''Mulher de amigo meu é igual a muro alto... sei que é perigoso, mas eu trepo' - Chico Buarque - ''Casamento começa em motel e termina em pensão' – Romário - ''Seja legal com seus filhos. São eles que vão escolher seu asilo' – Itamar Franco - ''Antigamente, o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como coisa normal... E eu vou-me embora antes que se torne obrigatório' - Arnaldo Jabor - ''Passar a mulher pra trás é fácil. O difícil é passar adiante' – Eduardo Suplicy - ''O Brasil está igual a carro velho: para subir não tem força, para descer não tem freio' - Dilma Roussef (colaboração do meu amigo Renato Tr.)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Motel das estrelas

Ontem à noite, com a cidade ainda vazia no pós-Carnaval, em pleno Centro do Rio de Janeiro rolou uma performance nos pilotis do bar Palmira. O rapaz tirou o Dom Joãozinho pra fora e machucou a Dona Maria Louca da moça, que resistiu mas no fim levantou a perninha e fez o que recomendou Dona Marta Suplicy. No pilotis ao lado, talvez acostumado com o inusitado, um sem teto dormia tranquilamente. E como todo criminoso volta à cena do crime, estamos à cata de uma máquina com teleobjetiva e visão noturna. Afinal, não queremos perder o próximo entrevero...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Não toca nas rádios... Porque será?

Você já ouviu falar de Max Gonzaga? Já ouviu ele cantando em alguma rádio? Pois é... Ouça "Classe Média" e entenda o porquê! E se você gostou do estilo, vá no site do cara que tem mais uma dúzia de canções em MP3... http://www.maxgonzaga.com.br/

iPod on line

Ouça uma webradio que funciona como um iPod. O site é http://www.musicovery.com Você pode escolher o tipo de música, a década que você preferir (dos anos 50 até os atuais) e até selecionar as músicas de acordo com o seu estado de espírito: há opções para quanto você está calmo, energético, positivo, ou até mesmo "dark"! O único porém são as insistentes propagandas de loterias etc, que não desgrudam de você. Melhor deixar quieto e desistir de brigar com elas... Confira!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Carlitos no Catete

Um ótimo lugar pra beber cerveja em garrafa acompanhada de bolinhos de bacalhau no nível dos melhores é o Carlitos no Catete, na esquina da rua Andrade Pertence com a rua do Catete, em frente aos restaurantes Estação República e Graça da Vila, duas boas opções para almoço variado do tipo "a peso". Se você quiser continuar no clima de botequim, pode almoçar no Carlitos mesmo ou ir até a esquina seguinte, com a rua Silveira Martins, e comer um escondidinho no Bar Getúlio. Na foto, o famoso General Colin Powell, em missão sigilosa no Rio de Janeiro, acompanhado de assessores.

O que é MacGuffin...

No texto aí embaixo, o crítico faz uma referência a um certo "MacGuffin". Esclarecemos: excelente contador de histórias, o cineasta Alfred Hitchcock usou o termo para identificar na trama de seus filmes um objeto que não tem a mínima importância para o espectador, mas que pode valer a vida do protagonista. É a mulher morta, em Janela Indiscreta, a pedra que faz Cary Grant arriscar a vida de Ingrid Bergman, em Interlúdio, ou o dinheiro que a personagem de Janet Leigh rouba em Psicose. Embora seja importante para a moça, a grana é irrelevante para a trama, que se concentra no suspense do Motel Bates. O termo pegou e o artifício foi muito bem utilizado por outros cineastas. Em O Falcão Maltês, o MacGuffin de John Huston é a própria estatueta da ave - aquela que todos procuram e, em Cidadão Kane, o Rosebud. Em Os Caçadores da Arca Perdida, num exemplo de como usar o MacGuffin em um gênero que não seja o suspense, Spielberg colocou o mistério dentro da arca. O que tem dentro dela? Por que é tão poderosa? O cinema atual também tem seus MacGuffin: como exemplos diretos, a mala de Pulp Fiction, a valise de Ronin, e o Pé de Coelho de Missão Impossível III. Entre alguns exemplos indiretos, destaque para a caixa da Fedex que Tom Hanks não abre em O Náufrago e a pergunta por trás da trilogia Bourne: quem é Jason Bourne? E, agora, a mala de Onde os fracos não têm vez (fonte: Hollywoodiano).

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Onde os fracos não têm vez - crítica

(por Marcelo Hessel) Saiu do clássico O Homem que Matou o Facínora (1962), de John Ford, a frase que define o Velho Oeste: "Entre a verdade e a lenda, publique-se a lenda". Não importa se o personagem de James Stewart matou ou não matou Liberty Valance de verdade - enquanto houver alguém para contar a história, o mito do tiro certeiro viverá. Da mesma forma, quando um pistoleiro entra num saloon, é a imagem que fazem dele, e não sua eventual rapidez no gatilho, que vale mais. Llewelyn Moss (Josh Brolin) tem contra si um Liberty Valance em Onde os Fracos não Têm Vez (No Country for Old Men): Anton Chigurh, o matador interpretado pelo espanhol Javier Bardem no faroeste que devolve a dignidade ao cinema dos irmãos Joel e Ethan Coen (Fargo, O homem que não estava lá). Os tempos são outros, a fronteira empoeirada com o México mudou, mas as lendas permanecem. Ao mesmo tempo em que desconstrói o herói do western, Onde os Fracos não Têm Vez constrói em Anton Chigurh um mito. O filme abre com a prisão do matador. Entre seus pertences, um cilindro de ar comprimido, que não demora para entendermos como funciona, e para quê. Paralelamente, acompanhamos Llewelyn no descampado texano, caçando cervos. O fato de Llewelyn errar o tiro e não conseguir abater o animal ao mesmo tempo em que Chigurh vara o cérebro de sua vítima sem deixar provas é o primeiro dado que o filme nos dá para evidenciar o abismo que separa os dois personagens. Temos o assassino perfeito versus o errante sujeito sem dons, e o suspense começa quando o primeiro passa a perseguir o segundo. Há um MacGuffin aí no meio, uma mala com 2 millhões de dólares, mas, como todo MacGuffin, ela vale tudo para os personagens e não significa absolutamente nada para o espectador. O que vale para nós é o embate de Chigurh com Llewelyn, o homem-mito contra o homem-real. O xerife interpretado por Tommy Lee Jones entra aí como mediador. A ele cabe não apenas hiperbolizar a lenda de Chigurh como manter no chão o mundano Llewelyn. A questão da oralidade é fundamental na construção das lendas de faroeste, e Onde os Fracos não Têm Vez respeita essa lógica - no mais, a oralidade, frequentemente expressa na figura de um narrador, é ponto importante na filmografia dos Coen. Nas cenas na delegacia e no café, o xerife e seu subalterno trocam histórias tão sangrentas e bizarras quanto essa que estamos acompanhando na tela - o que é uma forma de mitificá-la ainda mais. Que o clímax do filme nos seja apresentado em uma elipse anti-climática (o desfecho do embate visto pelos olhos do xerife) é o ponto máximo da construção da lenda. Para a posteridade ficará somente a versão das testemunhas, como em O Homem que Matou o Facínora. No mais, há por trás do jogo de versões e perspectivas todo um contexto de época. O filme é uma adaptação do romance homônimo de 2005 do estadunidense Cormac McCarthy, que ambienta a história no Texas de 1980. Não é, vale repetir, o mesmo Velho Oeste dos colonizadores. James Stewart representava em 1962 a vitória do civilizador sobre o selvagem - o tema da superação do homem sobre o ambiente, enfim, que percorre todo o faroeste em seu período clássico. Já Onde os Fracos não Têm Vez é a desconstrução niilista do herói mítico porque hoje a civilização perdeu, os heróis perderam, o ambiente venceu. Boa sorte a Llewelyn Moss contra o seu Liberty Valance!

Blocos desta terça-feira, 5 de fevereiro

Bloco Galinha do Meio-Dia, uma referência ao frevo nordestino, 14h do posto 2 até o posto 6 da praia de Copacabana; Se Melhorar, Afunda, às 9h - Praça São Domingos (São Domingos - Niterói); Clube do Samba, às 14h - Av. Atlântica esq. com Santa Clara (Copacabana); Meu Bem, Volto Já, às 15h - Av. Princesa Isabel, esquina com a Rua Barata Ribeiro (Copacabana); Rio Maracatu, às 15h - Arpoador (Ipanema); Bagunça meu Coreto, às 15h - Praça São Salvador (Flamengo); Banda de Ipanema, às 15h - Praça Gal. Osório com R. Teixeira de Melo (Ipanema); Bloco da Ansiedade, às 16h - Mercadinho São José (Laranjeiras); Cachorro Cansado, às 16h - Bar Planalto, Rua Barão do Flamengo, 35 (Flamengo); Quizomba, às 16h - Circo Voador (Lapa); Tramela, às 16h - Rua João Pinheiro com Teresa Cavalcanti (Piedade); Largo do Machado, mas não Largo do Copo, às 16h - Largo do Machado (Flamengo); Se me Der, Eu Como!, às 16h - R. do Matoso esquina R. Dr. Satamini (Tijuca); A Rocha, às 16h - Praça Santos Dumont (Gávea); Sorri prá Mim, às 16h - Bar Petisco da Vila (Vila Isabel); Amigos da Rua Joaquim Méier, às 17h - Rua Joaquim Méier em frente ao Nº 213 (Méier); Vem ni mim que eu sou Facinha, às 17h - R. Prudente de Moraes, 10 (Ipanema); Carmelitas, às 18h - Largo dos Guimarães (Santa Teresa); Bloco do Bigode, às 18h - Av. Rio Branco c/ Rua da Alfândega (Centro); Bloco dos Arengueiros, às 19h - Rio Branco (Centro); Embaixadores da Folia, às 19h - Av. Rio Branco c/ Rua da Alfândega (Centro); Bafo da Onça, às 20h - Av. Rio Branco com Presidente Vargas (Centro); Vagalume, às 20h - Jardim Botânico (Horto); Cacique de Ramos, às 20h - Av. Rio Branco c/ Pres. vargas (Centro); Banda da Rua Miguel Lemos, 15h (Copacabana).

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Blocos deste domingo, 3 de fevereiro

Banda de Ipanema - Banho de Mar à Fantasia do Arpoador até o Posto 9 das 10h as 14h; Cordão do Boitatá, às 8h - Rua do Mercado e Praça XV (Centro); Meu Kantinho, às 12h - C.C. Meu Kantinho, Rua Indígena 62 (Penha Circular); Que merda é essa?, às 14h Bar Paz e Amor, R. Garcia D'Ávila esq. com Nascimento Silva (Ipanema); Gargalhada e do Babaçu Abunda e a Cerveja Também, às 15h - Pereira Nunes com 28 de Setembro (Vila Isabel); Afroreggae, às 15h - Posto 8 (Ipanema); Bohêmios de Irajá, às 16h - Av. Rio Branco esquina com Presidente Vargas (Centro); Simpatia é Quase Amor, às 16h - Praça General Osório (Ipanema); Bangalafumenga, às 16h - Pacheco Leão, perto do Clube Condomínio (Jardim Botânico); Cachorro Cansado, às 16h - Bar Planalto, Rua Barão do Flamengo, 35 (Flamengo); Clube do Samba, às 17h - Av. Rio Branco com Presidente Vargas (Centro); Cacique de Ramos, às 21h - Av. Rio Branco com Presidente Vargas (Centro); Empolga às 9, às 21h - Posto 9 (Ipanema).

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Blocos neste sábado, 2 de fevereiro

Embaixadores da Folia, às 15h - Av. Rio Branco com Rua São Bento, altura da Praça Mauá (Centro); Cordão da Bola Preta, às 9h - Cinelândia/ Theatro Municipal (Centro); Céu na Terra, às 9h - Largo do Curvelo (Santa Teresa); Pega pra sambar, às 11h - Rua do Senado, em frente ao Rio Flanar (Lapa); Banda da Barra, às 13h - Av. Sernambetiba no Bondinho da Banda, em frente ao condomínio Beton (Barra da Tijuca); Bloco do Caveira, às 14h - Final da Marquês de Olinda (Botafogo); Turma do Gato, às 14h - Bar do Gato, Rua Djalma Dutra (Pilares); Dois prá lá, dois prá cá, às 14h - Rua Álvaro Ramos 11 (Botafogo); Afroreggae, às 15h - Quadra Nahildo Ferreira (Vigário Geral); Barbas, às 15h - R. Arnaldo Quintela com Assis Bueno (Botafogo); Banda de Ipanema, às 15h - Praça Gal. Osório com R. Teixeira de Melo (Ipanema); Devassos da Cardeal, às 16h - Bar do Galo, Rua Cardeal Dom Sebastião Leme (Bairro de Fátima); Carioca da Gema, às 16h - Rua do Lavradio (Lapa); Cordão do Prata Preta, às 16h - na Sacadura Cabral, ao lado do 5º BPM (Gamboa); Se não quer me dar… me empresta, às 16h - Rua do Lavradio, 90 (Lapa); Empurra que pega, às 17h - Praça Cazuza (Leblon); Laranjada Samba Clube, às 17h - Praça do Chorinho, R. General Glicério (Laranjeiras); Empolga às 9, às 17h - Casa da Matriz, Rua Henrique Novaes (Botafogo); Frevo Prato Misterioso Rio, às 18h - Av. Rio Branco com Buenos Aires (Centro); Zumbi de Pilares, às 19h - Largo de Pilares (Pilares); Banda da Duvivier, às 17h na Rua Duvivier (Copacabana); O remédio é o samba, às 14h na Praia de Copacabana; Banda da Bolívar, às 14h na Rua Bolivar (Copacabana); Banda Santa Clara, 16h na Rua Santa Clara (Copacabana).

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Oferta de emprego

Um desempregado comparece ao SINE para ver se há algum emprego para ele e dá de cara com um cartaz onde está escrito: "Precisa-se de assistente de ginecologista". Ele vai ao balcão e pergunta pelo trabalho: - "Pode me dar mais detalhes?" E o funcionário: -"Sim senhor. O trabalho consiste em aprontar as pacientes para o exame. Você deve ajudá-las a se despir e, cuidadosamente, lavar suas partes genitais. Depois você faz a depilação dos pelos púbicos com creme de barbear e uma gilete novinha. Depois esfrega gentilmente óleo de amêndoas doces, de forma a que elas estejam prontas para o ginecologista. O salário mensal é de R$ 4.500,00 com carteira assinada e demais benefícios, mas você deve ir até Nova Iguaçu". - "Puxa, são 60 km do Rio!!! É lá o emprego?" - "Não, é onde termina a fila". (colaboração do meu amigo Renato Tr.)

O favorito ao Oscar

Figurinha carimbada para levar os Oscar de "melhor filme" e "melhor direção", estréia nesta sexta Onde os fracos não têm vez, thriller criminal dos irmãos Coen.
Conta a história de um veterano do Vietnã, na década de 80, que aproveita uma venda mal-feita de drogas para fugir com dois milhões de dólares. A conferir.

Veja também

A culpa é do Fidel
Conversas com meu jardineiro
Meu nome não é Johnny
Morte no funeral
A vida dos outros

Blocos nesta sexta-feira, 1º de fevereiro

Eu sou eu e jacaré é bicho d'água, às 16h - Rua Torres Homem com Visconde de Abaeté (Vila Isabel); Carmelitas, às 17h - Rua Dias de Barros esq. com a Ladeira Santa Teresa; Embaixadores da Folia, às 17h - Av. Rio Branco esquina com Rua São Bento, na altura da Praça Mauá (Centro); Vem ni mim que eu sou Facinha, às 17h - R. Prudente de Moraes, 10 (Ipanema); Rola Preguiçosa, às 18h - Av. Epitácio Pessoa esq. com Maria Quitéria (Lagoa); Rival sem Rival, às 19h - Teatro Rival (perto da Cinelândia) (Centro); Badalo de Santa Teresa, às 20h - Largo das Neves (Santa Teresa); Concentra mas não sai, às 20h - Rua Ipiranga (Laranjeiras); Azeitona sem caroço, às 20h - Bar Azeitona - esquina Rua Dias Ferreira e Bartolomeu Mitre (Leblon); Empurra que Pega, às 17h na Rua Carlos Góis (Leblon); Bloco do Bip Bip, às 24h - Rua Almirante Gonçalves (Copacabana).

Diálogos pré-carnavalescos

1. NO GINECOLOGISTA: A mãe, desesperada, pergunta pro médico: -O que houve com ela, doutor? -Sua filha está com o clitóris igual a uma tampinha de caneta Bic! -Azul, doutor ? -Não, todo mordido. 2. NA CLÍNICA PARA DEFICIENTES: Na hora do almoço, um canibal ia passando pelo refeitório, quando o cozinheiro lhe pergunta: -Quer uma torta, amigo? -Agora não, obrigado! Acabei de comer uma ceguinha! 3. NO DEPARTAMENTO DE IMIGRAÇÃO: -Sexo? -Três vezes por semana. -Não... eu quero dizer masculino ou feminino?. -Não importa. 4. NO CELEIRO: Diz a ovelha para o carneiro: -Tens tão pouca lã... -Tá, mas viemos para aqui trepar ou fazer tricô ??? 5. NO UROLOGISTA: A boazuda vai ao consultório médico: -Doutor, queria que fizesse algo pelo meu marido... Algo que o fizesse ficar como um touro! -Pois bem, dispa-se. Vamos começar agora mesmo pelos chifres... 6. NA NIGHT: Um cara chega para uma mulher e diz: -Tá afim de uma transa mágica? A mulher pergunta: -Como é uma transa mágica? Ele diz: -É muito simples, a gente transa e depois você desaparece. 7. NA FESTA: O menininho pergunta pra mãe: -Mamãe! Por que você é branca, papai é negro e eu sou japinha??... -Ah, meu filho! Se você soubesse a festa que houve naquele dia... Você tem sorte por não latir!! 8. NO PLANTÃO MÉDICO: O sujeito vai ao hospital, caindo de bêbado. Durante a consulta, vêm as perguntas de praxe: -Nome? -Juvenal dos Santos! -Idade? -32 anos. -O senhor bebe? -Vou aceitar um gole, mas só pra te acompanhar! 9. NA BOLSA: A mãe americana encontra uma lata de cerveja na bolsa da filha e pergunta para si mesma: - Será que minha filha está bebendo? A mãe italiana encontra um maço de cigarros na bolsa da filha e se questiona: -Será que minha filha está fumando? E, como não poderia faltar, a mãe portuguesa encontra uma camisinha na bolsa da filha, e se pergunta: -Meu Deus! Será que minha filha tem pinto???!!! 10. NO LAR PARA IDOSOS: Dois velhinhos conversando: -Você prefere sexo ou Natal? -Sexo, claro! Natal tem todo ano, enjoa. 11. NO FIM: No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia: -A senhora tem seis horas de vida. Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo para o marido. Os dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela fazendo sexo. Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais. Depois da terceira vez, ela quer de novo. E o marido: -Ah, não, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã... você não! 12. NA PESCARIA: A portuguesinha de 10 anos vai pescar com o pai e volta com o rosto todo inchado. A mãe, assustada, pergunta: -Minha filha, que houve? -Foi um marimbondo, mamãe... -Ele te picou ? -Não deu tempo, o papai matou ele com o remo. 13. NO PARQUE (em Pelotas): Dois rapazes pedalavam suas bicicletas pelo parque. Um deles pergunta: -Onde conseguistes essa tua magnífica bicicleta? O segundo respondeu: -Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando encontrei uma guria da classe com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e disse-me: - "Vem, e pegues o que quiseres". O outro: -Bah, escolhestes bem. Provavelmente a roupa não te serviria. 14. NO GERIATRA: O médico atende um velhinho milionário que tinha começado a usar um revolucionário aparelho de audição: -E aí, seu Almeida, está gostando do aparelho? -É muito bom! -Sua família gostou? -Ainda não contei para ninguém, mas já mudei meu testamento três vezes!