domingo, 27 de março de 2011

Esperando a largada do GP F1 da Austrália: Copa Porsche Carrera

No "esquenta" da corrida de F1 no domingo rolou a terceira corrida da primeira etapa da Posche Carrera Cup australiana, no circuito de Albert Park, em Melbourne. Nas fotos abaixo, cenas desta corrida (8 voltas) e depois, na garagem aberta ao público, o carro vencedor (nº 1, de Craig Baird), o segundo colocado (nº 27, de Daniel Gaunt) e outros competidores. A próxima etapa será em Perth, dia 30 de abril


sexta-feira, 25 de março de 2011

Condomínio com playground

Colaboração da dona do trio (Katia G.)

A tsunami

Colaboração de Isabel S.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Tsunami no Brasil

Ninguém duvida que em poucos anos o Japão irá se recuperar das tragédias que recentemente atingiram aquela nação. A capacidade, determinação e a força trabalhadora do povo japonês já foram comprovadas diversas vezes, como por exemplo, a fantástica recuperação pós Segunda Guerra Mundial.

E se tivessem acontecido no Brasil, o que aconteceria?

DE IMEDIATO
1 – É criado o Vale Terremoto.
2 – É criado o Vale Tsunami.
3 – É criado o Vale Radiação Nuclear.
4 – Aumentos da carga tributária para cobrir os gastos com os vales.

DOIS ANOS DEPOIS
1 - A região continua na mesma situação pós desastre, nenhuma casa ou edificação foi reerguida.
2 - A população afetada vive em tendas doadas pelo governo e os alimentos são obtidos por doações e por um programa instituído pelo governo chamado Alimentação Para Todos.
3 – Descobre-se que o numero de pessoas beneficiadas pelos vales Terremoto, Tsunami e Radiação Nuclear é o dobro da população existente na região.
4 – o governo aumenta em 50 % os valores dos vales.
5 – É criada uma área de exclusão de trabalho na região, pois algumas pessoas foram contaminadas pela radiação, portanto ninguém pode trabalhar.
6 – O senador José Sarney transfere seu domicilio eleitoral para a região, já que ele é especialista em região improdutiva e em conquistar votos dos “humildes”.
7 – A carga tributaria é aumentada para cobrir o aumento dos vales e as despesas com os desempregados (todos da região).

TRINTA ANOS DEPOIS:
1 – Milhares de tendas estão espalhadas pela região.
2 – O último aumento dos vales foi de apenas 20 %. A população faz greve (por motivos ignorados, pois ninguém trabalha).
3 – O senador José Sarney (ainda vivo) garante que vai aprovar projetos que irão beneficiar a população, afinal ele é o presidente do Senado (há quase meio século).
4 – Os verdadeiros trabalhadores continuam servindo de burro de carga para cobrir todos os incentivos vagabundagem instituídos pelo governo. (Colaboração de Augusto T.P.)

He ain't heavy... he's my brother

A balada mostrada no vídeo abaixo é de 1969 e se refere a um fato ocorrido na entidade Boys Town (Meninos de Rua), em Washington, DC. Foi lá que ficou eternizada a música "He ain't heavy... he is my brother" de "The Hollies", um grande sucesso da época (capa do single ao lado). Apesar de normalmente não ser lembrada como uma das principais bandas de rock dos anos 1960, os Hollies emplacaram diversos sucessos e se tornaram, ao longo da década, o segundo grupo de maior sucesso da Grã-Bretanha em termos de vendagem de discos, atrás apenas dos Beatles.  A história conta que, perto do Natal de 1941, durante uma forte nevasca, o padre Edward J. Flanagan, fundador da entidade, ouviu alguém bater à porta. Ao abri-la ele deparou-se com um menino com poucas roupas, coberto de neve e trazendo em suas costas um outro menino, mais novo. A fome estampada na face, o frio e a miséria dos dois comoveram o padre. O sacerdote mandou-os entrar e exclamou: - Ele deve ser muito pesado. Ao que o que carregava disse: - “Ele não pesa... ele é meu irmão”. (He ain't heavy... he is my brother). Não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos da rua. O autor da letra da canção, Bobby Scott (música de Bob Russell) soube do caso e se inspirou para compô-la e da frase fez-se o refrão. Os dois meninos pobres foram adotados pela instituição. (fonte: internet; imagem: Wikipedia)


Colaboração de João B.S.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Meio de transporte alternativo


Nas fotos acima, o que ser parece um tee identificando um campo de golfe na verdade é o novo radar doppler de Melbourne, instalado em Laverton para previsões meteorológicas... Veja um close da instalação e a imagem gerada pelo próprio, que faz parte de um sistema geral australiano de observação do tempo.

terça-feira, 22 de março de 2011

Preço de automóvel no Brasil

O carro acima foi lançado agora em março. Se alguém se dispuser a fazer esse tipo de comparação com outros bens de consumo, este almanaque não vai ter espaço para colocar o resultado. É pra manter esta estrutura que a gente trabalha até o final de maio só para pagar os impostos do ano... Até quando? (Fonte da imagem: colaboração de Rodrigo P.)

F1 Grand Prix da Austrália

Tudo pronto em Albert Park para o início dos trabalhos amanhã

segunda-feira, 21 de março de 2011

A palavra mais rica da língua portuguesa

MERDA, que pode mesmo ser considerada um coringa. Vejam os exemplos a seguir:

1) Como indicação geográfica (a):
Onde fica essa MERDA?

2) Como indicação geográfica (b):
Vá a MERDA!

3) Como indicação geográfica (c):
17h00 - vou embora dessa MERDA.

4) Como substantivo qualificativo:
Você é um MERDA!

5) Como auxiliar quantitativo:
Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!

6) Como indicador de especialização profissional:
Ele só faz MERDA.

7) Como indicativo de MBA:
Ele faz muita MERDA.

8) Como sinônimo de covarde:
Seu MERDA!

9) Como questionamento dirigido:
Fez MERDA, né?

10) Como indicador visual:
Não se enxerga MERDA nenhuma!

11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido:
Por que você não vai a MERDA?

12) Como especulação de conhecimento e surpresa:
Que MERDA é essa?

13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo:
Ele está na MERDA...

14) Como indicador de ressentimento natalino:
Não ganhei MERDA nenhuma de presente!

15) Como indicador de admiração:
Puta MERDA!

16) Como indicador de rejeição:
Puta MERDA!

17) Como indicador de espécie:
O que esse MERDA pensa que é?

18) Como indicador de continuidade:
Tô na mesma MERDA de sempre.

19) Como indicador de desordem:
Tá tudo uma MERDA!

20) Como constatação científica dos resultados da alquimia:
Tudo o que ele toca vira MERDA!

21) Como resultado aplicativo:
Deu MERDA.

22) Como indicador de performance esportiva:
O Corinthians não está jogando MERDA nenhuma!!!

23) Como constatação negativa:
Que MERDA!

24) Como classificação literária:
Êita textinho de MERDA!!!

25) Como qualificação de governo:
O governo só faz MERDA!

26) Como situação de 'orgulho/metidez' :
Ela se acha e não tem 'MERDA NENHUMA!'

E a última e mais clara aplicação...

27) Como indicativo de ocupação:
Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!
(Colaboração de Luiz O.L.)

Lei Seca em Portugal

É proibido vender pra bebum e malucos e estes não podem beber em público. É o que eu entendi...

Por via das dúvidas, os bares afixam avisos na parede:
Colaboração de Nelson S.S.

sábado, 19 de março de 2011

Great Ocean Road

Localizada no sul da Austrália, a sinuosa Great Ocean Road é considerada uma das mais belas estradas do mundo, com 243 quilômetros de extensão, margeando o Oceano Antártico e atravessando parques nacionais, de Geelong a Portland (veja mapa abaixo). Faz parte da ligação Melbourne / Adelaide pelo litoral, sem pedágio.   As fotos desta postagem mostram o trecho entre Lorne e Port Campbell, pois o objetivo da viagem foi ver os 12 apóstolos, um dos locais mais bonitos da Austrália, a cerca de 3 horas de carro para o sudoeste de Melbourne, onde avistam-se falésias que recortam a costa formando arcos e cavernas marinhas. A principal atração são vários pilares que emergem do mar como estátuas gigantes e são conhecidos como os 12 apóstolos, mas existem várias formações na região, como Gibson Steps, The Arch, London Bridge, The Grotto e outras. De Apollo Bay até Port Campbell existe um caminho de 104 quilômetros, para ser feito a pé, conhecido como "Great Ocean Walk", que margeia a estrada e passa pelo meio de parques nacionais.

Visite o site da estrada: ► Great Ocean Road