segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Microsoft Brasil aperta cerco contra XP pirata

De acordo com Daniela Braun, editora executiva do IDG Now!, cópias piratas do XP exibirão tela preta no lugar do ambiente do desktop, 60 minutos após o início do sistema, além de mensagens de alerta. No final de setembro, usuários brasileiros de cópias ilegais do sistema operacional Windows XP, começam a receber um novo tipo de notificação mais "incômodo" da Microsoft. A nova onda mundial de caça aos piratas começou a ser promovida pela Microsoft na terça-feira (26/08). Seguindo a mesma engenharia aplicada no SP1 do Windows Vista, pelas novas medidas de combate à pirataria, o sistema operacional não legalizado passará a exibir uma tela preta no lugar da área de trabalho, diariamente, 60 minutos após a entrada do PC em funcionamento. "O usuário não perderá dados, mas terá uma diferenciação de uso. Se possui, por exemplo, uma foto como tela de fundo no PC, após uma hora, a foto será substituída por uma tela preta, uma marca d´água e uma notificação sobre a originalidade do sistema", explica Ricardo Wagner, gerente de produto Windows da Microsoft Brasil. Além da tela preta, o sistema promove uma contagem regressiva solicitando uma chave de ativação em 30 dias. Após este período, envia mensagens diárias para alertar o usuário de que a cópia possui um número de série repetido em relação aos armazenados como originais nos servidores da Microsoft. Esta é a quarta onda de notificações do Windows XP. "Geralmente, uma vez por ano fiscal, promovemos essa onda de notificações com o objetivo de alertar usuários sobre os riscos do uso do software que não é original", comenta Wagner. A iniciativa mundial está dividida em duas fases, sendo que a primeira vai até o final de setembro em um determinado grupo de países. A segunda onda, que envolve o Brasil, terá início no final de setembro e vai até meados de novembro. "Muitas vezes, as pessoas são vítimas de pessoas ou situações em que acabam adquirindo o software sem saber se ele é original ou não", argumenta Wagner. Segundo ele, a resposta dos usuários costuma ser intensa. "Ele pode regularizar sua situação tanto comprando o sistema operacional pelo site da Microsoft, ou recorrendo ao fornecedor de sua máquina."

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