quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

As dez telas mais caras de todos os tempos: R$ 2 bi no total

Publicado em Obvious Artes e Ideias por Diana Ribeiro

Ver e apreciar uma obra de arte num museu é o caminho mais acessível ao comum dos cidadãos. Porém, há quem possua enormes fortunas e a vantagem de poder desembolsar alguns milhões para as adquirir. São essas pessoas que contam com a companhia diária de Picasso, Van Gogh ou Gustav Klimt, por exemplo. Mas quanto tiveram que pagar por estas pinturas? Conheça alguns detalhes sobre os dez quadros mais caros de todos os tempos e os valores pelos quais foram vendidos.

O Guiness refere a "Mona Lisa" de Leonardo Da Vinci como o quadro com o maior seguro de todos os tempos. Em 1963, foi avaliado em 100 milhões de dólares americanos, valor não pago. Sendo assim, depois de percorrer os Estados Unidos por diversas exposições, o Louvre decidiu aplicar o dinheiro na sua segurança. Apelidada como a obra mais conhecida e reproduzida de sempre, já foi entretanto ultrapassada por outras vendas históricas.

E quanto mais anos passam, mais valorizadas ficam as obras. Investir em arte pode seguramente trazer retornos financeiros a longo prazo. É o que sucede no caso das seguintes pinturas:
10: O Massacre dos Inocentes, de Peter Paul Rubens
Pintada em 1611, esta obra de Rubens representa uma passagem Bíblica tal como é descrita no Evangelho segundo Mateus. Nela encontram-se influências e aprendizagens do tempo que passou em Itália nos anos de 1600 e 1608. É presente a inspiração na arte barroca de Caravaggio através da emotividade da pintura, assim como das cores e do contraste claro-escuro. Foi vendida num leilão na Sotheby's de Londres em 2002 por 76,7 milhões de dólares (91,9 milhões ao valor atual) a uma família austríaca.
09: Retrato do artista sem barba, de Vincent Van Gogh
Os auto-retratos sempre foram uma constante de Van Gogh. Existem inúmeros quadros imortalizados pelo artista com a sua imagem. Este data de finais de setembro de 1889 e foi pintado logo após ter feito a barba. Nesse mesmo ano, cortou parte da orelha numa das suas manifestações de grave depressão, que o levaria a suicidar-se mais tarde. Em vida apenas vendeu um quadro, mas atualmente as suas obras estão entre as mais procuradas e valiosas. Em 1998, o “retrato do artista sem barba” foi vendido na Christie's, em Nova York por 71,5 milhões de dólares (94,6 milhões ao valor atual).
08: Dora Maar com gato, de Pablo Picasso
Dora Marr, amante de Picasso, numa cadeira com um pequeno gato sobre os ombros, foi pintado em 1941, durante a invasão nazista na França. Este foi um dos muitos retratos que o artista lhe dedicou. Com 29 anos de idade (menos 26 que Picasso), Dora esteve com ele por mais de uma década. Os detalhes e as cores vibrantes dominam a tela. Ao contrário de Van Gogh, a sua arte foi reconhecida e prestigiada ainda em vida. Juntamente com ele, faz parte do grupo de pintores mais caros dos últimos anos. Este quadro foi vendido em 2006 na Sotheby's de Nova Iorque por 95, 2 milhões de dólares (101,8 milhões ao valor atual) à família Gidwitz.
07: Iris, de Vincent Van Gogh
Iris foi pintado apenas um ano antes da morte de Van Gogh em 1890. Nesta altura, já estava internado num asilo em Saint-Rémy-de-Provence, França. Chamou-lhe o “pararaios da minha doença”, pois acreditava que continuando a pintar evitaria ficar doente. As influências japonesas estão muito presentes na obra. Uma pincelada de luz e cor que contrastava com a sua saúde. Foi vendida em 1987 na Sotheby's de Nova Iorque por 53, 9 milhões de dólares (102, 3 milhões ao valor atual).
06: Menino com cachimbo, de Pablo Picasso
Picasso tinha 24 anos quando pintou esta obra, em 1905. Em óleo sobre tela, retrata um menino que segura um cachimbo na mão esquerda e usa uma grinalda de flores no cabelo. Picasso vivia em Montmartre, Paris, e retratou muitos habitantes locais que trabalhavam no espetáculo como acrobatas ou palhaços. É o quadro mais caro do pintor. Foi vendido na Sotheby's de Nova Iorque, em 2004, por 104,2 milhões de dólares (118,9 milhões ao valor atual).
05: Bal au Moulin de la Galette, por Pierre-Auguste Renoir
Pintado em 1876, retrata uma típica tarde de domingo passada em Moulin de la Galette, no bairro de Montmartre, em Paris. Em pleno século XIX, era comum os trabalhadores vestirem-se a rigor e passar por lá para beber, comer e conviver durante o dia. Uma das obras mais representativas do Impressionismo, mostrando o momento da vida real, numa enorme riqueza de formas, fluidez e luzes. Comprado na Sotheby's de Nova Iorque por Ryoei Saito (presidente de uma fábrica de papel japonesa e colecionador de arte) em 1990 por 71,8 milhões de dólares (128,8 milhões ao valor atual).
04: Retrato do Dr. Gachet, de Vincent Van Gogh
O Dr. Gachet foi quem cuidou de Van Gogh nos seus últimos meses de vida. O pintor dedicou-lhe dois retratos. Ambos o mostram na mesma posição: sentado numa mesa e inclinando a cabeça sobre o braço direito. Variam nas cores, sendo que este foi realizado com tons mais claros. Foi vendido no mesmo ano que o de Renoir e comprado pela mesma pessoa. É o quadro do artista mais caro até hoje: 82,5 milhões de dólares (136,1 milhões ao valor atual).
03: Retrato de Adele Bloch-Bauer, de Gustav Klimt
Data de 1907 e demorou três anos para ser finalizado, já que é feito de petróleo, prata e ouro sobre tela. Foi pintado em Viena e encomendado por Ferdinand Bloch-Bauer, grande apreciador de arte e fã do trabalho de Klimt. Adele, sua mulher, foi o único modelo pintado por duas vezes. Uma obra de grande dimensão vendida, em 2006, na Christie's de Nova Iorque por 135 milhões de dólares (144,4 milhões ao valor atual).
02: Mulher III, de Willem de Kooning
Mulher III faz parte de uma coleção de seis obras pintadas por Kooning entre 1951 e 1953. Esta pintura do Expressionismo Abstrato foi concluída em 1953. Durante vários anos fez parte do Museu de Arte Contemporânea de Teerã, tendo depois sido retirada por ordem do governo: não cumpria todas as normas e desrespeitava a moralidade. Foi vendida em 2006, por David Geffen, por 137,5 milhões de dólares (147 milhões ao valor atual).
01: Número 5, 1948, de Jackson Pollock
Esta pintura de Jackson Pollock é o quadro mais caro da história. O pintor americano terminou-o em 1948. Pollock ficou conhecido pelas suas influências no movimento do Expressionismo Abstrato. Esteve exposto no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque antes da sua venda por David Geffen em 2006. O novo proprietário adquiriu-o na Sotheby’s de Nova Iorque por 140 milhões de dólares (149, 7 milhões ao valor atual).

Big Nose George, o homem que virou um par de sapatos

Leia a espantosa história - ainda não filmada - de Jorge Narigão (Big Nose George Parrott), um ladrão de gado no Velho Oeste que se tornou notável por ter sido transformado em um par de sapatos após sua morte, há 132 anos. Achou um absurdo? Tem mais: John Eugene Osborne usou os sapatos em seu baile de posse após eleger-se o primeiro governador Democrata de Wyoming... Atualmente os sapatos encontram-se em exibição no Museu do Condado de Carbon, em Rawlins, Wyoming, juntamente com o crânio e a máscara mortuária de Parrott. A corrente utilizada durante o enforcamento do fora-da-lei, assim como a tampa craniana, estão em exibição no Museu da Estrada de Ferro Union Pacific em Omaha, Nebraska.

O crime - Em agosto de 1878, Parrott e sua gangue assassinaram dois oficiais da lei — o xerife Robert Widdowfield, de Wyoming e o detetive Tip Vincent, da Union Pacific — enquanto tentavam escapar depois de um assalto a trem mal-sucedido. Widdowfield e Vincent foram designados para rastrear a gangue de Parrott após a tentativa de roubo ocorrida em um local isolado da linha férrea, próximo ao Rio Medicine Bow. Os oficiais perseguiram os bandoleiros até um campo no Desfiladeiro Rattlesnake, nas cercanias de Elk Mountain, mas acabaram sendo avistados por um olheiro da gangue.

Os salteadores apagaram então sua fogueira e esconderam-se em um arbusto mas, quando Widdowfield chegou ao local, percebeu que as cinzas do fogo ainda estavam quentes. O bando então disparou suas armas, atingindo o xerife no rosto. Vincent tentou fugir, mas foi alvejado antes de conseguir deixar o desfiladeiro. Os criminosos roubaram as armas dos mortos, assim como um de seus cavalos, antes de esconder os corpos e fugir da região. O assassinato foi rapidamente descoberto e uma recompensa de dez mil dólares oferecida pela "apreensão dos assassinos", remuneração mais tarde aumentada para vinte mil dólares.

Prisão e morte - Apesar do bando ter conseguido escapar, Parrott e seu braço direito, Charlie Burris (vulgo "Dutch Charley"), foram capturados em Montana em 1880, depois de ficarem bêbados e gabarem-se do crime. Após julgamento, Parrott foi sentenciado à morte por enforcamento em 2 de abril de 1881, mas tentou escapar enquanto estava detido em uma cadeia de Rawlins, Wyoming.

Quando a notícia da tentativa de fuga chegou aos habitantes de Rawlins, um grupo de 200 linchadores o arrancou de sua cela sob a mira de armas de fogo e o pendurou pelo pescoço em um poste telegráfico. Charlie Burris sofreu um linchamento similar pouco tempo depois de sua captura. Enquanto era transportado de trem para Rawlins, moradores locais o encontraram escondido no compartimento de bagagens, enforcando-o na viga transversal do poste telegráfico mais próximo.


Experimento médico - Os médicos Thomas Maghee e John Eugene Osborne apossaram-se então do corpo de Parrott, com a intenção de estudar o cérebro do bandido à procura de sinais de criminalidade. O topo do crânio de Parrott foi serrado de forma bruta durante o procedimento e a tampa presenteada à Lilian Heath, assistente de Maghee, então com 15 anos de idade. Heath tornar-se-ia a primeira mulher a exercer a medicina em Wyoming, ficando conhecida também por utilizar a tampa craniana como cinzeiro, porta-canetas e calço de porta. Uma máscara mortuária foi criada a partir do rosto de Parrott, e a pele de suas coxas e tórax removidas.

A pele, acompanhada dos mamilos do morto, foi enviada para um curtume em Denver, sendo transformada em um par de sapatos e uma valise de médico. Os itens macabros foram mantidos por Osborne, que usou os sapatos em seu baile de posse após eleger-se o primeiro governador Democrata de Wyoming. Enquanto os experimentos prosseguiam, o corpo desmembrado de Parrott foi guardado em um barril de uísque preenchido com uma solução salina por aproximadamente um ano, até ser enterrado em um jardim nos fundos do escritório de Maghee. A valise fabricada a partir de sua pele jamais foi encontrada.

Ressurgimento - A história de Big Nose George foi sendo esquecida com o passar do tempo, até que em 11 de maio de 1950 operários que trabalhavam nas obras do Banco Nacional de Rawlins na rua Cedar desencavaram um barril de uísque cheio de ossos. Dentro do barril estava um crânio com o topo serrado, uma garrafa de conserva vegetal e os sapatos que teriam sido feitos a partir da coxa de Parrott.

A doutora Lilian Heath Nelson ► veja biografia aqui ◄, então uma octogenária, foi contactada, e a tampa craniana enviada ao local. Descobriu-se que ela encaixava-se perfeitamente ao crânio; um exame de DNA posteriormente comprovou que aqueles eram realmente os restos mortais do criminoso. (Fonte: transcrição de Wikipedia)

Shoes Made From Big Nose George
Address: 904 W Walnut St., Rawlins, WY
Directions: At the Carbon County Museum. I-80 exit 211. Turn east onto Spruce St and drive one mile. Turn left onto 9th St., two blocks to Walnut St. The Museum will be on the left corner.
Hours: Tu-F 10 am - 6 pm, Sa 1-5 pm; off-season Tu-Sa 1-5 pm. (Call to verify)
Phone: 307-328-2740

Baianidades

A mãe do baiano vai viajar pro exterior e pergunta ao filho:
- Quer que mãinha lhe traga alguma coisa da viagem, meu dengo?
- Ô, minha mãe... Por favor, me traga um relógio que diz as horas.
- Ué, meu cheiro...e o seu, não diz não?
- Diz não, mãinha...eu tenho de olhar nele pra saber.

O baiano deitadão na varanda :
- Ô mãinha , a gente tem pomada pra queimadura de taturana?
- Purque, meu dengo? Uma taturana encostou em ti, foi?
- Foi não, mas ela tá cada vez mais perto...
Três horas da tarde...dois baianos encostados numa árvore à beira da estrada.
Passa um carro a alta velocidade e deixa voar uma nota de cem reais, mas o dinheiro cai do outro lado da estrada. Passados cinco minutos, um fala para o outro:
- Rapaz, se o vento mudar, a gente ganha o dia...

- Meu rei, veja aí pra mim...
A braguilha da minha calça tá aberta?
- Olhe... Tá não...
- Então vou deixar pra mijar mais tarde.

Quatro baianos assaltam um banco e param o carro uns quilômetros à frente.
Um deles pergunta ao chefe da quadrilha:
- E aí, meu rei... vamos contar o dinheiro?
- E pra que esse trabalhão? Vamos esperar o noticiário da TV.

Dois baianos estirados nas redes estendidas na sala:
- Oxente, será que tá chovendo?
- Sei não, meu rei...
- Vai lá fora e dá uma olhada. ..
- Vai você...
- Vou não, tô cansadão...
- Então, chame o cachorro...
- Oxente, chame você...
- Ôooo Fernando Afonso!
O cachorro entra na sala, pára e deita de costas para os dois.
- E então, meu rei, tá chovendo?
- Tá não...o chão tá sequinho.

Dois baianos que eram primos vão servir o exército.
Chegando lá são entrevistados pelo sargento:
-Qual o seu nome? pergunta ao primeiro.
-É Tonho, meu rei.
- Negativo. De agora em diante você será "Antônio". E o que você está fazendo aqui?
- Tô dando um tempo.
- Negativo. Você está servindo à Pátria.
- E o que é aquilo? Pergunta apontando para a Bandeira do Brasil.
- É a bandeira.
- Negativo. De agora em diante, ela é a sua Mãe.
Vira-se para o segundo e pergunta:
- Qual o seu nome?
- É Pedro.
- E o que você está fazendo aqui?
- Servindo à Pátria.
- E o que é aquilo (apontando para a bandeira)?
- É minha tia. Mãe de Tonho...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Só dá A$$i$ no Twitter

A foto ao lado ainda está disponível na internet, mas com certeza já foi banida do mural do Estádio Olímpico. Com destacada atuação na recém terminada novela "Quem fica com Ronaldinho Catarina?" (a família Assis Moreira foi expulsa do Rio Grande do Sul e está homiziada no Jurerê Internacional, em Floripa).
Alguns exemplos do que rola no Twitter a respeito do mano A$$i$ (como passou a ser conhecido):



Quando era pequeno, A$$i$ não jogava futebol de botão; ele preferia futebol de moeda!
A$$i$ ainda não vendeu sua alma pro Diabo porque está analisando as outras propostas.
Quando estudava A$$i$ esforçava-se para não escrever errado: ele não queria gastar a sua borracha.
Ronaldinho ainda não arrumou os dentes porque o irmão ainda negocia com 3 dentistas…
Quando Deus criou o mundo foi A$$i$ quem vendeu o terreno.
Jesus tinha 12 apóstolos fiéis, até que A$$i$ encontrou Judas e ofereceu-lhe um pré-contrato.
Dizem que A$$i$ queria contratar Jesus pra transformar água em vinho só pra revender.
Quando Moisés abriu o mar Vermelho A$$I$ vendeu passagem para a travessia.
Certo dia, A$$i$ foi ajudar uma senhora a atravessar a rua e depois cobrou dela.
O brinquedo preferido de A$$i$ quando criança eram as notas falsas do banco imobiliário.
A$$i$ late no quintal pra economizar cachorro.
A$$i$ inventou a cédula de R$ 1,99.
Chuck Norris perdeu a primeira aposta financeira de sua vida para o A$$i$.
A$$i$ não divide seu tempo em horas, mas sim em Euros.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Cabra funâmbula

Se você viu as cabras íbex na postagem aqui embaixo, você vai entender porque essa cabra equilibrista faz misérias no arame do circo russo... (Colaboração de Valéria M.)

Vertigem não é com o íbex

Nos Alpes Italianos, mais concretamente na Barragem de Cingino (construída para evitar que as águas do lago Cingino invadam a vila de Antrona Schieranco, uma comuna italiana da região do Piemonte, com cerca de 544 habitantes), há uma espécie muito estranha de cabra montês. São as cabras íbex ou, simplesmente, íbex. Elas são conhecidas entre outras coisas pela excelente capacidade de escalada. Normalmente, as cabras escalam rochedos e coisas do tipo, mas ao Norte de Itália elas capricharam e resolveram escalar as paredes de uma barragem com 49 metros de altura e com inclinação de quase 90º.
Estes animais herbívoros alimentam-se fundamentalmente de ervas, feno, plantas e folhas, e refugiam-se nas alturas como forma de escapar aos seus predadores: ursos, lobos, raposas, águias douradas e, evidentemente, os humanos.
Mas isto não justifica inteiramente encarar a íngreme subida da barragem de Cingino, com tantos rochedos à disposição na região alpina. Aparentemente, a resposta está no sal contido nos tijolos da barragem. Estes são ricos em sais minerais e os íbex parecem mesmo gostar muito disso, como se pode ver nas fotos.

Fonte do texto e fotos: artigo de Helena Sousa Pereira publicado em Obvious (Recortes)

Não sei se é preconceito meu, mas tenho a nítida impressão de que essas cabras não iriam longe se a barragem fosse aqui no Brasil... Fico imaginando lá no topo uns turistas jogando latinhas de refrigerante para ver se acertavam em alguma das cabras alpinistas e sendo aplaudidos quando conseguissem um strike. O que vocês acham? ☺

Política Nacional de Resíduos Sólidos


Desde agosto do ano passado a reciclagem de lixo é obrigatória. Está na Lei nº 12.305, de 2.ago.10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, alterou a Lei nº 9.605, de 12.fev.98 e deu outras providências. Veja o texto completo em Política Nacional de Resíduos Sólidos

DJ Lubel

DJ Lubel e Taryn Southern cantam para Scott Baio um sucesso da música romântica norte-americana (temática adulta) , com legendas em português

Veja no YouTube Wrong hole

E DJ Lubel ataca novamente!

Veja no YouTube Masturbate for life (legendas em espanhol)

Melhor que o PROCON

O PROCON que se cuide... A Revista Exame reportou sobre a página de internet "Reclame Aqui". O objetivo dos idealizadores é o de que o sítio seja uma espécie de 'muro das lamentações', onde as pessoas expõem suas queixas sobre serviços ou produtos, visível a todos que acessarem a página. O interessante é que, sem burocracia, os problemas estão sendo solucionados com mais rapidez. Quando um consumidor reclama de um produto, o fabricante recebe um e-mail dessa queixa. E como uma empresa procura zelar pela sua imagem, ela tende a ser eficiente na solução, que estará aberta ao público. O que tem dado muito certo, já que 70% dos casos são resolvidos! E o tempo médio é de menos de uma semana, diferentemente do PROCON que tem média de 120 dias. Lá vai o site: http://www.reclameaqui.com.br/
(Colaboração de Augusto T.P.)

domingo, 9 de janeiro de 2011

Aprendendo Inglês: phrasal verbs

Transcrito da internet - Muitas vezes nos deparamos com locuções verbais em formas um pouco diferentes do comum, como no caso de “get in” e “sit down”, por exemplo. São tipos de locuções que ocorrem predominantemente nos casos de verbos de origem anglo-saxônica: são phrasal verbs, ou seja, verbos que são formados pela junção de um verbo com uma preposição ou um advérbio.

Exemplos: sit (verbo) + down (advérbio) = sit down (sentar); get (verbo) + in (preposição) = get in (entrar). Nestes exemplos o phrasal verb é facilmente identificado. Porém existem casos em que é relativamente complicado dizer o significado de um phrasal verb como “hold up” (atrasar).

Na verdade, os phrasal verbs possuem um “ar” de informalidade, de gíria, mas se tornaram algo fundamental até mesmo no âmbito formal e principalmente na hora de praticar o inglês falado no dia-dia. Por isso, é necessário que o interessado em aprender a língua inglesa tenha conhecimento de, pelo menos, os phrasal verbs essenciais:

Ask out - convidar
Call up – chamar alguém por telefone
Explain away – desculpar-se
Find out - descobrir
Fix up - consertar
Get up – levantar
Give back - devolver
Give in – render-se
Go on - avançar
Go over with – terminar logo com (algo desagradável)
Keep on - continuar
Keep away from - evitar
Look over - examinar
Look up – procurar informações
Make up - inventar
Pick out - escolher
Pick up - erguer
Put off - atrasar
Slow down – tornar algo mais lento
Take back - retornar
Take off – tirar algo
Take on – aceitar um desafio
Talk over - discutir
Think up - criar
Turn off – parar a operação de uma máquina
Turn on – iniciar a operação de uma máquina
Turn up – aumentar o volume

sábado, 8 de janeiro de 2011

Ronaldinho Gaúcho não vale isso tudo

Bola Dividida - blog do Luiz Zini Pires
Você acha R$ 20 milhões por ano um dinheiro insignificante? Eu não acho. O Grêmio também não. Meio mundo diria a mesma coisa. Assis achou o valor uma ninharia. Recusou R$ 10 milhões de salário e mais R$ 10 milhões em publicidade no Rio Grande do Sul. Pensa que o mano Ronaldinho vale mais, muito mais. A fortuna de mais de 100 milhões de euros da família Assis Moreira não pesou no contrato. É preciso incrementá-la. O Rio, o Flamengo, os novos contratos vão ajudar a colocar mais dinheiro nas contas dos Assis Moreira – e nada contra quem ganha bom dinheiro. Mas, como disse Pelé, às vezes os jogadores feitos na vida podem ser doar um pouco aos seus clubes do coração. Podem ganhar um pouco, muito, mas não o impossível. O empresário Assis acertou com o Flamengo depois de ter fechado contrato com o Grêmio. Faltava apenas a assinatura, o que deveria ter ocorrido hoje em Porto Alegre. Assis foi adiando, adiando e trocou de endereço. Os advogados bateram o martelo no documento, os dirigentes do Grêmio ofereceram o OK, Assis concordou. Estava tudo certo até às 11 horas da manhã deste sábado quando os dirigentes gaúchos foram surpreendidos por uma nova e absurda pedida de Assis. Perto do meio-dia, o Grêmio desistiu oficialmente do negócio. Ir adiante seria uma “irresponsabilidade”, segundo declarou o presidente Paulo Odone aos seus conselheiros mais próximos. O Grêmio tem e-mails guardados, torpedos separados, mensagens de voz preservadas com a palavra de Assis. Mesmo durante as negociações com o Flamengo, Assis mandava recados do Rio e dizia que estava tudo tranquilo, sem problemas, palavra é palavra (sic) e que “não era para ir na onda da imprensa”.
O Grêmio confiou em Assis. Os dirigentes gremistas estão de cabeça quente, muito quente, quase fervendo. Na semana que vem vão ser reunir e chamar os conselheiros mais importantes e os melhores advogados do clube. Vão conversar, pensar, discutir. Não está afastado a possibilidade do clube entrar com um pesado processo contra Assis. Outra decisão será sobre a Traffic. A posição da nova parceira nos últimos dias pegou mal. A maior agência de marketing esportivo da América Latina teve papel decisivo na ida de Ronaldinho para o Flamengo. Não há mais clima entre Grêmio e Traffic, mesmo que os paulistas tenham informado nos primeiros contatos com os gremistas que o negócio com Ronaldinho era prioridade em 2011. O acordo deve ir para o espaço, como foi Ronaldinho. O Grêmio não tem respostas definitivas para dar sobre o retrocesso na negociação. Quando tudo parecia certo, Assis se aproximou do Flamengo. Quando alguém pede uma boa razão para o negócio não ter dado certo, os dirigentes dizem: – Só o Assis pode responder. Pergunte.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Concurso de fotomicrografias da Nikon

A foto acima, do cientista Jonas King, mostra o coração do mosquito da malária e foi a vencedora em 2010 da 33ª edição anual do concurso de fotomicrografias da Nikon (Nikon's Small World Photomicrography Competition). O impacto mundial da malária ainda é um problema, particularmente nos países em desenvolvimento. A investigação está em curso para estudar os portadores de malária, os mosquitos, e como eles carregam e transmitem a doença e outros patógenos (microorganismos patogênicos). É por isso que a imagem de Jonas King é tão importante para a comunidade das ciências da vida.

A foto do anopheles gambiae (coração do mosquito) foi capturado em 100x. Jonas trabalha na Universidade de Vanderbilt, no Hillyer Lab, que estuda as interações entre os mosquitos e seus patógenos, juntamente com os componentes salivares e como eles interagem com a resposta do hospedeiro vertebrado. Os detalhes da imagem da organização estrutural do coração do mosquito fornecem insights sobre como os mosquitos movem o sangue para todas as regiões de seus corpos. Jonas comenta: "Os mosquitos continuam sendo um dos maiores flagelos da humanidade. A malária infecta centenas de milhões de pessoas anualmente e acredita-se ter um grande impacto sobre as economias das regiões endêmicas."

Veja a galeria dos vencedores de 2010 em http://www.nikonsmallworld.com/

A data limite para a inscrição de fotomicrografias para a edição 2011 é 30 de abril. Abaixo, veja fotomicrografias de concursos anteriores:
Embrião de galinha

Asa de borboleta

 Bolha de sabão

Folha de samambaia

Questão de logística para economistas e outros profissionais


Digamos que você é um motorista e precisa gerar lucro para a sua empresa. Diante disso, você tem duas opções de cargas, uma vale R$ 1.000.000,00 e essa carga é ferro e pesa 12 toneladas. A outra vale a metade deste valor e a carga é pau e pesa 6 toneladas. Seguiu o raciocínio até aqui? Ótimo! Vamos à questão! Você precisa levar as cargas para duas cidades da Amazônia: Entupi, para os lados de Manaus, AM ou Enjuá, nas proximidades de Belém, PA. Sabendo-se que Entupi fica a cerca de 2.000 km de onde você está e Enjuá fica na metade dessa distância, pergunta-se: o que você prefere então? Levar pau até Enjuá ou levar ferro até Entupi? Deseja-se que você tome uma boa decisão. Sucesso no destino das cargas!
Mas não vale ficar sentado em cima do pau ou do ferro sem fazer nada, esperando Entupi ou Enjuá, ok?
(colaboração de Augusto T.P.)

SixthSense, prepare-se para ver o futuro!

SixthSense é um projeto para desenvolver um dispositivo que nos possibilite acesso fácil e automático à metadados ou à informações que não estejam ao nosso alcance, mas que possam auxiliar a nossa tomada de decisões, independentemente do campo de aplicação das mesmas.

É um dispositivo que se veste, com um projetor que abre caminho para uma profunda interação com o meio a sua volta. Imagine Minority Report ou então algo mais.

Clique no link abaixo e veja a demonstração do protótipo do SixthSense - por Pattie Maes, pesquisadora do MediaLabs do MIT, coordenado por Pranav Mistry - que foi destaque na conferência do TED (Technology, Entertainment, Design), em 2009. A apresentação é em inglês, mas no rodapé você poderá escolher se quer que ela seja legendada em Português.

A duração do vídeo é de pouco mais de 8 minutos e as imagens que serão mostradas no começo podem parecer estranhas mas deixe rolar e começará a entender como funciona a coisa. Então, ao ver as suas aplicações diárias, comece a deixar o espanto tomar conta de você!


Depois, se quiser saber mais sobre o TED vá  em  TED homepage

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Alexa Meade, realidade ou pintura?

Este artigo foi publicado em Artes e Ideias, de Obvious, por Diana Guerra, em maio de 2010

À primeira vista, os trabalhos de Alexa Meade parecem quadros expressionistas. Mas olhe com mais atenção e perceba: trata-se de muito mais do que isso, pois são instalações bem tridimensionais.

Quando olhamos pela primeira vez, não percebemos. Parecem-nos quadros expressionistas bem pintados. Mas preste mais atenção, especialmente nos olhos: é praticamente a única coisa no ser humano que não pode ser camuflada. Alexa Meade descobriu uma nova forma de fazer arte, indo além do bodypainting. Ela faz instalações, adaptando os objetos à sua forma de ver o mundo.
Meade adapta o real ao seu mundo, usando uma técnica própria que faz com que a realidade pareça uma figura bidimensional e criando uma ilusão até para o espectador mais atento. Trompe l'oeil é o nome da coleção destes trabalhos onde usa tinta acrílica e leva ao extremo o lema "a arte imita a vida", já que o faz em cima da própria vida. Como se construísse uma máscara em cima dos objetos sobre os quais trabalha, mantendo o seu âmago, sem o danificar.
Alexa Meade tem apenas 23 anos e, ao contrário do que possa parecer, a carreira artística nem sempre lhe foi óbvia. Proveniente de Washington D.C., licenciou-se em Ciência Política e já estagiou no Capitólio por várias vezes, sendo que em 2008 fez parte da equipe de imprensa da campanha de Barack Obama. Há menos de um ano, quando terminou de estudar, é que se decidiu pela sua paixão artistica, trazendo da política a ideia de que as experiências não são verdades absolutas e, por isso, nunca são interpretadas da mesma forma: ver não significa necessariamente acreditar.
"Os modelos que utilizo são transformados em personificações da interpretação do artista da sua essência. Quando vemos uma fotografia ou vemos a instalação pronta, as pessoas que estão por trás do trabalho desaparecem, eclipsadas pelas suas próprias máscaras". É por estas palavras que Alexa Meade descreve o seu trabalho, revelando como nos proporciona uma mudança na forma como vivemos as relações espaciais e, por consequência, emocionais.

Ter uma filhinha dedicada assim... não tem preço!

Veja a  pequena aussie ajudando nas tarefas da casa...

Petição Avaaz para Western Union praticar taxas justas

Caros amigos! A Western Union toma quantias exorbitante de trabalhadores imigrantes, cobrando taxas absurdas nas remessas internacionais. Eles nunca foram pressionados a abaixá-las, vamos demandar que eles parem! Participe! Assine a petição por taxas justas:

https://secure.avaaz.org/po/make_giving_powerful/?vl

Neste período de festas, Josh, um estudante do Quênia na Holanda, juntou todas as economias de um ano de trabalho e as enviou para casa, para ajudar a sua família de 10 parentes que passa necessidade. É chocante, mas uma das empresas que monopoliza o envio de remessas internacionais – a Western Union – arrancou 20% do dinheiro destinado à família do Josh cobrando taxas abusivas.
A história de Josh se repete dolorosamente todos os dias ao redor do mundo, em uma escala assombrante – estimados US$ 44,3 bilhões foram tomados em taxas no ano passado! O próprio Banco Mundial recomenda que as taxas de envio não ultrapassem 5% do total, mas o Western Union nunca foi desafiado publicamente a abaixar suas taxas abusivas.
Se nós gerarmos um chamado global agora, poderemos expor as práticas predatórias e forçar eles a diminuí-las. Vamos demandar que o Western Union diminua suas taxas para 5% para os países pobres e em desenvolvimento, quando a petição chegar a 250.000 nomes, nós as entregaremos para o seu conselho de diretores que é sensível à imagem da empresa. Assine agora e depois encaminhe este email para amigos e familiares.

Contribuições de trabalhadores imigrantes para famílias carentes ao redor do mundo contribuem muito mais que a assistência contra pobreza de governos ricos, provendo recursos fundamentais para as economias mais pobres do mundo. O corte nos lucros obscenos de empresas como a Western Union iria aumentar substancialmente a assistência direcionada aos países pobres. Enquanto as famílias necessitadas ao redor do mundo recebem muito menos do que merecem, os executivos da Western Union levaram para casa US$ 8,1 milhões só em 2009.
O próprio Banco Mundial recomenda que as empresas de envio de remessas limitem suas taxas em 5% sobre o valor enviado, mas alguns bancos em empresas têm taxas astronômicas escondidas. Os países que mais precisam, aqueles saindo de uma guerra ou desastre, sofrem as piores perdas por que as empresas de transferências têm monopólio e acordos exclusivos com bancos locais.
Ao invés de ajudar suas famílias, as economias suadas de homens e mulheres que trabalham em hospitais, construção civil e restaurantes, só aumentando os lucros da Western Union. A empresa financia projetos sociais para melhorar a sua imagem corporativa, mas isto não esconde a desigualdade imensa que o seu modelo corporativo perpetua. Vamos erguer nossas vozes para demandar taxas de envio de remessas justas para ajudar a trazer um benefício imediato para as famílias ao redor do mundo. Juntos nós podemos garantir que famílias necessitadas – e não executivos – recebam os benefícios do árduo trabalho dos imigrantes:

Quando cidadãos ao redor do mundo se unem para protestar contra injustiças, nós podemos vencer a ganância e desigualdade que passa despercebida, como nós fizemos muitas outras vezes. Inspirados pelo calor e solidariedade do período das festas, vamos garantir que os presentes generosos cheguem onde eles mais precisam. Com esperança e gratidão,
Luis, Stephanie, Graziela, David, Paula, Ben e toda a equipe Avaaz

Leia mais:
(colaboração de Nelson S.)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Édouard Cortès - o poeta parisiense da pintura




Édouard Léon Cortès  (1882-1969). Pós-impressionista, era chamado de “o poeta parisiense da pintura” pela sua grande habilidade em retratar paisagens urbanas de Paris. O pintor nasceu nos subúrbios da cidade e aprendeu a pintar com seu pai. Foi para Paris estudar e com 16 anos exibiu sua primeira tela, na Sociedade dos Artistas Franceses, intitulada Le Labour que foi muito bem recebida pela crítica e pelo público. Isso o destacou como uma das principais promessas artísticas da época. Com o passar do tempo expôs diversos trabalhos em grandes eventos culturais e mostras da cidade. Recebeu vários prêmios e foi reconhecido pelo seu extraordinário talento com os pincéis (fonte: Wikipedia).
Veja catálogos no seu website oficial do pintor em http://www.edouardcortes.org/

Esclarecimento: tubarão-branco ataca barco de pescadores!

Verdade ou Sensacionalismo?
Por Marcelo Szpilman*

A notícia “Tubarão-branco ataca barco de pescadores na Austrália”, com exibição do vídeo (veja link abaixo), estava na primeira página do Globo Online de hoje (05/01/11), como devia estar nas primeiras páginas de diversos veículos de mídia online do mundo todo. Tubarões e seus pretensos ataques são sempre campeões de audiência.

Confesso que a manchete acima tem o incrível poder de chamar a atenção, mas deve-se consumi-la com calma. É preciso esclarecer que o tubarão-branco, ainda que esteja envolvido em eventuais acidentes com o homem, não ataca embarcações deliberadamente. Como grande oportunista que é, deve ter sido atraído pela movimentação e cheiros na água produzidos pela faina dos pescadores, como as iscas utilizadas e os peixes capturados, ou mesmo pelo sangue e outros fluidos dos peixes capturados que podem ficar impregnados no costado do barco no momento em que são dominados e embarcados. Nesse caso, uma mordida investigatória na embarcação pode até ter ocorrido, como é dito na reportagem, pois o tubarão-branco estaria apenas investigando e provando, com sua boca e dentes, a fonte dos sinais que o atraíram. Nada além disso.

Eu mergulho com tubarões ao redor do mundo, incluindo o grande tubarão-branco, com o objetivo de mostrar ser possível interagir de forma amistosa com esses seres fantásticos. E um dos objetivos é desmitificar e apagar a errônea imagem de “comedor de homens”, como a que foi imputada na década de 1970 ao tubarão-branco pelo blockbuster Tubarão. O filme passou a distorcida ideia de que o tubarão-branco é um animal perverso e sanguinário que tem o homem como alvo principal. A irreal imagem da vítima humana mastigada pelos enormes dentes triangulares foi tão forte e negativa que os tubarões-brancos ficaram estigmatizados no imaginário coletivo como os assassinos dos mares.

Mas pense bem. Atualmente, ocorrem no máximo 70 ataques de tubarão por ano no mundo todo. E desses, somente 6 são atribuídos aos grandes brancos. Estatísticas da FAO (órgão das Nações Unidas) estimam que mais de 100 milhões de tubarões são capturados e mortos anualmente em todos os oceanos. Quem são os verdadeiros assassinos dos mares?

A notícia e o vídeo sobre o pretenso ataque podem ser vistos em Tubarão-branco ataca barco na Australia
 No link Ilha de Guadalupe você poderá ver outro filme com imagens captadas por mim na ilha de Guadalupe (Pacífico), quando um grande tubarão-branco decidiu dar um show de interação. É claro que você não encontrará esse filme divulgado nas primeiras páginas dos veículos de mídia online do mundo. E as razões são óbvias. Mostrar que os tubarões são animais calmos e previsíveis não dá Ibope!

O Jornal O Globo (24/02/10 - Ciência) veiculou a excelente matéria “Monstro dos Mares em Perigo”, abordando o declínio na população do tubarão-branco. Essa matéria pode ser vista no GLOBO ONLINE em Quantidade de tubarões-brancos diminui

*Instituto Ecológico Aqualung
Rua do Russel, 300 / 401, Glória, Rio de Janeiro, RJ. 22210-010
Tels: (21) 2558-3428 ou 2558-3429 ou 2556-5030
Fax: (21) 2556-6006 ou 2556-6021
E-mail: instaqua@uol.com.br

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Involução

Veja mais abaixo a evolução da relação de conquista e do amor do homem para a mulher através de músicas que marcaram época. É por isso que cada vez mais frequentemente vemos uma mulher nova enroscada no pescoço de um quarentão e os caras ficaram espantados quando Michel Temer levou na posse a mulher dele, 43 anos mais nova (na foto)...

Dizem até que vão mudar o nome da residência do VP de Palácio do Jaburu para Palácio da Princesa, faz todo o sentido... Por via das dúvidas, em 2004, conforme a coluna do Ancelmo em O Globo, quando Temer casou com Marcela Araújo (na época ele com 63 e a bela com 20), ele andou se tratando com a médica carioca Mariana Jacob, especialista em rejuvenescimento (que depois dessa vai bombar...).

Década de 30
Ele, de terno cinza e chapéu panamá, em frente à vila onde ela mora, canta: "Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa! Do amor por Deus esculturada. És formada com o ardor da alma da mais linda flor, de mais ativo olor, na vida é a preferida pelo beijaflor...."
Década de 40
Ele ajeita seu relógio Pateck Philip na algibeira, escreve para Rádio Nacional e, manda oferecer a ela uma linda música: "A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua,costuma se embriagar. Nos seus olhos eu suponho, que o sol num dourado sonho, vai claridade buscar"
Década de 50
Ele pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela bossa: " Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. É ela a menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar. Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema. O teu balançado é mais que um poema. É a coisa mais linda que eu já vi passar."
Década de 60
Ele aparece na casa dela com um compacto simples embaixo do braço, ajeita a calça Lee e coloca na vitrola uma música papo firme: "Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar e o infinito não é maior que o meu amor, nem mais bonito. Me desespero a procurar alguma forma de lhe falar, como é grande o meu amor por você...."
Década de 70
Ele chega em seu fusca, com roda tala larga, sacode o cabelão, abre porta pra mina entrar e bota uma melô jóia no toca-fitas: "Foi assim, como ver o mar, a primeira vez que os meus olhos se viram no teu olhar... Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor e vinha pra ficar...."
Década de 80
Ele telefona pra ela e deixa rolar um: "Fonte de mel, nos olhos de gueixa, Kabuki, máscara. Choque entre o azul e o cacho de acácias, luz das acácias, você é mãe do sol. Linda...."
Década de 90
Ele liga pra ela e deixa gravada uma música na secretária eletrônica: "Bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz. Mas já não há caminhos pra voltar. E o que é que a vida fez da nossa vida? O que é que a gente não faz por amor?"
Em 2001
Ele captura na internet um batidão legal e manda pra ela, por e-mail: "Tchutchuca! Vem aqui com o teu Tigrão. Vou te jogar na cama e te dar muita pressão! Eu vou passar cerol na mão, vou sim, vou sim! Eu vou te cortar na mão! Vou sim, vou sim! Vou aparar pela rabiola! Vou sim, vou sim"!
Em 2002
Ele manda um e-mail oferecendo uma música: "Só as cachorras! Hu Hu Hu Hu Hu! As preparadas! Hu Hu Hu Hu! As poposudas! Hu Hu Hu Hu Hu!"
Em 2003
Ele oferece uma música no baile: "Pocotó pocotó pocotó...minha éguinha pocotó!
Em 2004
Ele a chama para dançar no meio da pista: "Ah! Que isso? Elas estão descontroladas! Ah! Que isso? Elas Estão descontroladas! Ela sobe, ela desce, ela da uma rodada, elas estão descontroladas!"
Em 2005
Ele resolve mandar um convite para ela, através da rádio: "Hoje é festa lá no meu apê, pode aparecer, vai rolar bunda lele!"
Em 2006
Ele a convida para curtir um baile ao som da música mais pedida e tocada no país: "Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha!!! Calma, calma foguetinha!!! Piriri Piriri Piriri, alguém ligou pra mim!"
Em 2010
Ele encosta com seu carro com o porta-malas cheio de som e no máximo volume: "Chapeuzinho pra onde você vai, diz aí menina que eu vou atrás. Pra que você quer saber? Eu sou o lobo mau, au, au. Eu sou o lobo mau, au, au. E o que você vai fazer? Vou te comer, vou te comer, vou te comer. Vou te comer, vou te comer, vou te comer. Vou te comer, vou te comer, vou te comer"
(Colaboração de Vanessa M.C.P.)

Overdose

E a psicóloga, hem?
Todo mundo criticando a psicóloga que passou 3 dias perambulando pelo prédio.
Dona Marisa fez o mesmo por 8 anos e ninguém fala nada...

O unicórnio de porcelana

O curta (3 minutos) “O unicórnio de porcelana” foi escolhido entre 600 produções como o vencedor do grande prêmio do Philips Tell It Your Way Competition, concurso de produção de filmes executado pela Philips. Filmado pelo diretor americano Keegan Wilcox, é uma sensível narrativa de como um encontro traumático de guerra inspira um homem na vida adulta.
(Colaboração de Rogério A.R.)

Aeromodelos em escala tamanho família

Para ver o álbum de fotos dos aeromodelos da Euroflugtag 2008, clique ►AQUI◄ (Colaboração de João B.S.)

Às vezes, não dá certo... Veja ►AQUI◄

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Campanha Nacional Contra o Finning

70 milhões de tubarões são mortos todo ano só pra virar sopa de barbatana

O Projeto Tubarões no Brasil - Instituto Ecológico Aqualung vem a público convocar a participação de todos no abaixo-assinado a ser enviado ao Congresso Nacional apoiando a criação de uma nova legislação federal (Projeto de Lei) determinando que todos os tubarões capturados em águas brasileiras deverão ser desembarcados com suas nadadeiras íntegras e no corpo do animal. Além de coibir a prática do finning e facilitar a fiscalização dos órgãos competentes, essa nova legislação possibilitará o maior controle das espécies alvo de pesca e obtenção de nadadeiras e das quantidades de tubarões capturados.

O recém-eleito Deputado Federal Sávio Neves, parceiro dessa iniciativa do Instituto Aqualung, dará entrada no Projeto de Lei no novo Congresso Nacional em fevereiro de 2011. Nesse sentido, é importante que a sociedade civil dê seu apoio através desse abaixo-assinado. Quanto mais assinaturas tivermos, mais força terá o Projeto de Lei para ser votado e aprovado.

Participe! Clique ►AQUI◄  e assine! Leia abaixo as razões que explicam a importância dessa campanha de proteção dos tubarões.

O que é Finning
Finning é a pesca ilegal para obtenção exclusiva das nadadeiras dos tubarões, uma das mais cruéis e perturbadoras perseguições realizadas pelo ser humano. Em todos os oceanos, cerca de 70 milhões de tubarões são mortos todo ano para abastecer o ávido e lucrativo comércio mundial de nadadeiras de tubarão, do qual o Brasil e centenas de outros países participam.

Como e porque o Finning é praticado
Capturam o tubarão, cortam fora suas nadadeiras e atiram o corpo de volta ao mar. Muitas vezes vivo, mas mortalmente aleijado, o animal afunda para morrer sangrando, comido por outros peixes ou para apodrecer no leito do mar (acesse abaixo imagens chocantes dessa prática). Mesmo que essas nadadeiras fossem diretamente para o prato de crianças famintas, seria um total despropósito. Mas não é para isso que são ceifadas.

As nadadeiras abastecem o mercado chinês para produção de sopa de barbatana de tubarão, tradicional prato da culinária chinesa considerado afrodisíaco e símbolo de status. Mais uma dentre as inúmeras aberrações predatórias e criminosas que vemos ao redor do mundo, especialmente no Oriente, como a "crença" de que partes de animais podem trazer benefícios à saúde do homem ou curar suas doenças.

Os Impactos do Finning
A pesca para obtenção das barbatanas de tubarão é uma ação predatória progressiva, constante e silenciosa. É insustentável e está ameaçando seriamente a sobrevivência das populações de tubarões __ 43% das espécies de tubarões em nosso litoral já estão ameaçadas de extinção. Se nada for feito, dezenas de espécies, cujas populações declinaram em até 90% nos últimos 20 anos, estarão extintas nas próximas décadas.

A sociedade e nossos governantes precisam entender que os tubarões exercem um papel crucial na manutenção da saúde e do equilíbrio da vida nos mares. Sem esses guardiões dos oceanos, teremos um ambiente doente e frágil e os decorrentes desequilíbrios nos ecossistemas marinhos serão imprevisíveis e catastróficos.

A Comprovação do Finning no Brasil
Um recente estudo realizado na Universidade New Southeastern, na Flórida (EUA), analisou o material genético de 177 tubarões-martelo da costa brasileira, do Caribe, do Golfo do México e dos oceanos Pacífico e Índico e confrontou os dados com o DNA de 62 nadadeiras de tubarões da mesma espécie à venda em Hong Kong __ um dos maiores mercados no mundo onde a barbatana de tubarão pode custar até US$ 700 o quilo. O estudo concluiu que 21% das nadadeiras vinham do Oceano Atlântico Ocidental, área que inclui o Brasil. Ou seja, existem pescadores no Brasil, como há em outros 120 países, participando da pesca ilegal e do tráfico de barbatanas de tubarão.

Exemplos de Legislações contra o Finning
Brasil – A Portaria do Ibama nº 121/1998 proíbe a rejeição ao mar das carcaças de tubarões dos quais tenham sido removidas as barbatanas e somente permite o transporte a bordo ou o desembarque de barbatanas em proporção equivalente ao peso das carcaças retidas ou desembarcadas. Para efeito de comprovação dessa proporcionalidade, o peso total das barbatanas não pode exceder a 5% do peso total das carcaças. Nos desembarques, todas as carcaças e barbatanas de tubarões devem ser pesadas. Nota: a legislação é boa, mas de difícil emprego, controle e fiscalização.

Estados Unidos – O Congresso americano aprovou em dezembro de 2010 uma nova legislação exigindo que todos os tubarões capturados legalmente em águas norte-americanas devem ser desembarcados com suas nadadeiras íntegras e no corpo do animal. Nota: essa legislação é muito boa e pragmática e serviu de exemplo para nossa campanha.

Hawaii – No início de 2010, o Estado do Hawaii, com o objetivo de banir a sopa de barbatana de tubarão, aprovou uma lei proibindo a posse, venda, comércio e distribuição de barbatanas de tubarão.

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Dê uma olhada na reportagem (vídeo) da TerraTv. Ela mostra pescadores espanhóis praticando o finning.

►Finning na Espanha◄

Assista também o breve filme produzido na Costa Rica e veja os pescadores praticando o finning.
►Finning na Costa Rica◄

Em novembro de 2010, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) promoveu a Oficina de Avaliação do Estado de Conservação das Espécies de Chondrichthyes (tubarões, arraias e quimeras) no Brasil.  O objetivo foi avaliar os riscos de extinção de 78 das 178 espécies de tubarões, arraias e quimeras que ocorrem no Brasil.

Segundo Monica Peres, do IBAMA, coordenadora de avaliações de peixes marinhos, 45% das espécies de tubarões e arraias foram avaliadas em alguma categoria de ameaça, sendo 23% consideradas criticamente ameaçadas, 6% em perigo e 15% vulneráveis. Além disso, uma espécie está regionalmente extinta no Brasil, 27% estão quase ameaçadas e 27% foram classificadas como dados insuficientes. Leia a matéria completa: ►Tubarões e arraias em risco de extinção◄

As informações acima foram preparadas pelo Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA) do Instituto Ecológico Aqualung, dirigido por Marcelo Szpilman. Site: http://www.institutoaqualung.com.br/

A salsicha

Beto e Zé, dois amigos inseparáveis, queriam tomar uma cerveja ou duas mas não tinham dinheiro algum. Fuçando os bolsos, a única coisa que encontraram foi a impressionante quantia de um real. Beto disse : - 'Peraí, tenho uma ideia.' Foi até o açougue ao lado e saiu com uma enorme salsicha nas mãos. Ze então lhe disse: _ 'Ce tá louco, cara? Agora é que ficamos sem um tostão furado mesmo!' Beto replicou,: - 'Não se preocupe, cara, venha comigo.' Ele entrou num bar e imediatamente pediu uma cerveja e dois copos e mais duas doses de uísque. Espantado, o Zé alertou: -'Agora você pirou de vez. Você já parou prá pensar na confusão em que você nos meteu? Estamos mais lisos do que sabão!!' Beto, calmamente, retrucou com um sorriso: -'Não se preocupe, eu tenho um plano... Saúde!' Mandaram seus drinques goela abaixo. O Beto então falou: - 'OK, vou colocar a salsicha para fora pelo meu zíper e você se ajoelha e a coloca na sua boca.' O barman viu o que estavam fazendo, fulo da vida e os botou para fora. Mas eles continuaram fazendo a mesmo coisa, bar após bar, ficando cada vez mais bêbados, tudo de graça. Quando já estavam no décimo bar, Zé resmungou: -'Beto, acho que não consigo mais te acompanhar. Estou bêbado e meus joelhos estão me matando!' Beto então respondeu: -'E como você acha que eu tô? Eu nem consigo me lembrar em qual bar eu perdi a salsicha...' Moral da história: é melhor manerar na bebida pra não se arrepender depois. (Colaboração de Renato T.)