



O Ministério da Alegria adverte aos malas-sem-alça, mal-humorados e chatos de modo geral: AFASTEM-SE! VADE RETRO! Esta não é a sua praia!!!
Em tempos de fichas-sujas, Pinto é uma boa opção. Veja a sua plataforma:
Motoristas infratores não precisam pagar as multas de trânsito se o radar eletrônico (medidor de velocidade) não estiver vistoriado pelo Inmetro. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determina que os meios tecnológicos usados para detectar infrações de trânsito devem ser de modelos aprovados pelo Instituto. Além disso, o equipamento precisa ser vistoriado pelo Inmetro a cada seis meses ou quando for danificado. Segundo o coordenador de fiscalização do Inmetro de Brasília, Jorge Hessen, as condições do radar devem ficar evidentes na notificação da multa. Ele esclarece que existem campos específicos que informam o número do equipamento, a data de verificação e a data de vencimento dessa vistoria. Se essas informações não estiverem claras na notificação, o cidadão deve recorrer da multa para saber se o equipamento estava regularizado no momento da infração. Portanto, o motorista que se sentir prejudicado pelo equipamento não aferido pelo Inmetro pode procurar o Detran da cidade onde mora. Se você foi multado no Estado do Rio por algum radar, antes de pagar a multa vá no site do IPEM-RJ (Instituto de Pesos e Medidas do Rio de Janeiro) para ver se o medidor foi verificado pelo órgão no último ano. O site é
Adega Flor de Coimbra - Com mais de 70 anos, se autoproclama a mais antiga do Rio de Janeiro. Fica na Lapa, à rua Teotônio Regadas, 34 (atrás da Sala Cecília Meireles). Reservas: 2224-4582, 2224-9138. Estacionamento conveniado em frente, ar condicionado, aberta de domingo a domingo. A feijoada das sexta-feiras costuma ser concorrida e não é fácil arrumar lugar (olhem a foto, tirada hoje na hora do almoço). Vejam o cardápio em http://www.adegaflordecoimbra.com.br/
Bar das Quengas - Conforme a Veja Rio, seu nome verdadeiro era Moçâmedes - uma referência à província angolana que hoje se chama Namibe. Mas, por conta da freqüência, o lugar acabou ficando conhecido nas redondezas como Bar das Quengas mesmo. Afastado do burburinho do circuito noturno da Lapa (fica à rua Mem de Sá, 105, depois do IML e a um quarteirão da Praça da Cruz Vermelha), o butiquim ganhou banho de loja e aproveitou para assumir oficialmente seu antigo apelido. A fachada do antigo sobrado foi pintada e recebeu nova iluminação. Do lado de fora, as mesas e cadeiras de ferro estão protegidas por toldos instalados recentemente. Nos pequenos salões internos (dois andares), com decoração estilizada, o destaque fica para as roupas íntimas dependuradas em varais. Apesar das modificações no visual, a atmosfera original não ficou comprometida. À noite fica lotado. No cardápio, os tira-gostos mais populares são o galeto simples na brasa, o churrasquinho misto aperitivo - ambos com farofa e molho à campanha. Pode-se optar ainda pela porção de frango à passarinho ou a codorna assada na brasa. Às sexta-feiras a pedida para o almoço é a feijoada. Para beber, cerveja em garrafa. Reservas: 2232 0670. Horário: 11h/5h.
Na Flórida, foi encontrado o mendigo que era procurado há semanas por um advogado para ser informado de que tinha herdado US$ 100 mil da mãe. Ronald Novack, 61 anos e que dormiu em ruas por muitas noites, apareceu em Plantation, ao norte de Miami, quando foi a um centro médico para ver o profissional que tratava a sua mãe, falecida em 2001. "Soube hoje desta herança. Todos estamos muito felizes", disse Novack, segundo a edição digital do jornal Sun-Sentinel (veja link abaixo). O advogado Richard Ansara tinha visto Novack em maio, antes que fosse detido durante 47 dias. Na tentativa de achar o mendigo, Ansara tinha distribuído panfletos com a foto do homem em várias lojas e forneceu a notícia ao Sun-Sentinel, o que permitiu aos funcionários do centro médico de Plantation reconhecerem Novack. As enfermeiras ligaram para a polícia e imediatamente agentes escoltaram o mendigo até a delegacia, onde pediram para que o advogado o recolhesse. Os agentes também tinham lido sobre a busca no jornal. O advogado recolheu Novack, foram tomar café da manhã em um restaurante próximo e depois o levou a seu escritório em Fort Lauderdale para realizar os trâmites da herança. Uma pesquisa feita pelo jornal determinou que 42% das pessoas entrevistadas disseram que o indigente deve usar os US$ 100 mil para encontrar um local onde viver. 
Jundiaí, SP http://www.motelexcalibur.com.br
Salvador, BA http://www.motelcharm.com.br/home.html
Recife, PE http://www.forumhotel.com.br/home/home.html
Internacional (Windham family) http://www.super8.com/Super8/control/home
Após adição do Gear às ferramentas do Google Apps, o uso offline do Gmail e Google Calendar deverá estar disponível em aproximadamente seis semanas, segundo o analista Andrew Fogg, da consultoria em web 2.0 Kusiri, que divulgou o dado em seu Twitter em 17 de julho. “Não há certeza se será apenas para o uso empresarial”, disse Fogg. Em março, o Google inseriu o Gears - programa de código aberto que permite aos navegadores guardar e usar arquivos mesmo enquanto offline - entre as ferramentas do Apps. Com o Gears, hoje é possível usar tanto o editor de texto quando a planilha de cálculos, mesmo sem estar conectado à web. http://idgnow.uol.com.br/
Lembram do Capitão Dan, o anão com o aspirador? (vejam o post "Inglês tem cada uma...", de 13.mar.08). Pois aconteceu de novo... Um morador de Hong Kong precisou chamar os bombeiros para se livrar de uma encrenca bizarra. O cidadão, de 41 anos, sem mais nada pra inventar, resolveu passear, na madrugada da última quarta-feira, pelo desértico parque Lan Tian, no centro da cidade. Foi quando lhe ocorreu dar outra utilidade para um simples banco de metal instalado no parque para descanso dos freqüentadores: colocou o seu membro em um dos buracos do banco e... acabou entalado. Em pânico, chamou a polícia, que acionou o corpo de bombeiros local. Para livrá-lo, os paramédicos recomendaram que o banco fosse retirado do local e a vítima precisou ser levada para o hospital ainda com o banco preso ao pênis. Eu acrescentaria que, pela bitola dos buracos do banco (veja foto), o caso pode ter acontecido na China mas, com certeza, o cidadão era japa... (colaboração do Helio D.)Anistia Internacional
Seu apoio tem mais força do que você pensa.
http://www.br.amnesty.org/
Primeiro judeu: "Minha mulher me pede R$ 500,00 todos os dias!" Segundo judeu: "O que ela faz com esse dinheiro?" Primeiro judeu: "Como é que eu vou saber? Eu nunca dei." O sujeito encontra um amigo judeu e diz: "É verdade que todo judeu sempre responde uma pergunta com outra pergunta?" "Quem foi que te falou essa besteira?" Primeiro judeu: "Por que você não dá emprego ao Samuel?" Segundo judeu: "Porque há muitos anos ele foi noivo da minha mulher e rompeu o noivado. Eu nunca emprego alguém mais inteligente que eu." De Michael Todd, produtor de cinema: "Dinheiro só é importante quando a gente não o tem." De Jackie Mason, comediante: "O dinheiro que eu tenho, dá para durar o resto da minha vida. A não ser que eu compre alguma coisa." De Samuel Hoffman, escritor: "Para cada mulher que faz um homem de bobo, há outra mulher que faz de um bobo um homem." Um adolescente tirou carteira de motorista e foi acertar com o pai, um rabino, como poderia usar o carro da família. O rabino estipulou as condições: "Antes de qualquer trato, você tem que trazer boas notas, estudar a Bíblia e cortar o cabelo." Um mês depois, o jovem tornou a conversar com o pai, que lhe disse: "Estou orgulhoso por suas notas, por seus novos conhecimentos da Bíblia, mas falta cortar o cabelo." O rapaz argumentou: "Sabe, pai, Sansão tinha cabelos compridos, Abraão também, e até Moisés tinha cabelos compridos." Resposta do rabino: "Certíssimo! E todos eles andavam a pé". O filho telefona para a mãe judia: "Alô, mamãe, tudo bem?" Ela responde: "Tudo muito bem. Ótimo!" O filho: "Desculpe, é engano." Num banco de praça de Nova York , um velho judeu lê o jornal Nation of Islam, publicação anti-semita editada por Louis Farrakahn. Outro judeu se aproxima e lhe diz indignado: "Por que você está lendo esta porcaria em vez de ler o Jewish Journal?" O primeiro responde: "O Jewish Journal só publica reportagens sobre anti-semitismo, terrorismo em Israel , problemas e mais problemas do povo judeu no mundo inteiro. Este jornal aqui, não. Diz que os judeus estão abarrotados de dinheiro, que os judeus controlam os bancos, que controlam a mídia, que controlam Hollywood ... Muito melhor ler boas notícias!" Três caçadores, um inglês, um francês e um israelense, são presos por uma tribo de canibais. O chefe canibal manda ferver água em três caldeirões e informa aos prisioneiros que cada um tem direito a um último pedido. O inglês pede um gole de uísque e é atendido. O francês pede uma taça de champanhe e também é atendido. O pedido do israelense se revela insólito: "Quero que você me cuspa na cara". Apesar de surpreso, o chefe canibal concorda e age. Logo em seguida, o israelense tira uma pistola que mantém escondida num bolso falso da calça, dá um tiro no chefe, que morre na hora, enquanto toda a tribo foge apavorada. O inglês e o francês se indignam: "Mas, se você tinha uma arma escondida, como permitiu que chegássemos a uma situação tão extrema?" O israelense responde: "Se eu começasse logo atirando, vocês me chamariam de agressor". (Colaboração do Renato T.)
Um motoqueiro estava a 140 km/h em uma estrada no meio da mata quando, de repente, deu de encontro com um passarinho, não conseguindo desviar... PÁÁÁ!!! Pelo retrovisor, o cara ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até cair estendido no chão. Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho. O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto. Era tal a angústia do motoqueiro que ele pegou a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratado e medicado, comprou uma gaiolinha e a levou para casa, tendo o cuidado de deixar um pouquinho de pão e água para o acidentado. No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com o pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o bicho põe as asas na cabeça e grita: Caraca!! MATEI O MOTOQUEIRO !!!
Um gato abandonado, de cerca de 20 kg, está se tornando uma celebridade nos EUA e foi levado ao programa "Live with Regis and Kelly", apresentado por Regis Philbin. Depois de ser batizado de "Princesa Gordinha" por uma voluntária do abrigo de animais onde está sendo cuidado, uma veterinária confirmou que se trata de um macho. O animal foi encontrado andando pelas ruas de Voorhees, cidade de New Jersey, localizada a 150km de New York. A voluntária Debora Wright acredita que o felino foi abandonado pelos donos, pois ele é tão gordo que não conseguiria fugir. Centenas de pessoas já procuraram o abrigo onde está tentando adotá-lo. Possíveis novos donos serão entrevistados e terão que se comprometer a colocar o animal em uma dieta. De acordo com o "Guinness dos Recordes", o gato mais pesado que se tem conhecimento foi um animal da Austrália, de 21,3 kg, que morreu nos anos 80. O Guinness, no entanto, parou de aceitar novas marcas nessa categoria desde então, temendo que donos prejudicassem a saúde de seus animais só para quebrar o recorde.
Esta receita portuguesa está sendo usada por um amigo kartista que, imbuído do mais puro espírito olímpico chinês e disposto a ganhar a medalha de ouro de "perda de peso mais rápido", disse-me que vai fazer deste prato o seu almoço enquanto durar a Olimpíada...
Há 63 anos, em seis de agosto de 1945, às 8h15 (hora local) a bordo do avião Enola Gay, o piloto Paul Tibbets lançou a bomba atômica que destruiu a cidade de Hiroshima, no Japão, e matou 140 mil pessoas, liquidadas instantaneamente ou que vieram a morrer poucos meses depois do ataque. No total, as sequelas mataram mais 120 mil pessoas, contabilizando-se 260 mil mortos no primeiro ataque por bomba nuclear, civis em sua grande maioria. Três dias depois, os americanos jogaram a segunda bomba de plutônio sobre Nagasaki, matando mais 80 mil pessoas. O Japão rendeu-se uma semana depois, em 15 de agosto de 1945, e a II Grande Guerra acabou (na foto, a solenidade do 63º aniversário, hoje, no Peace Memorial Park, em Hiroshima).
Eu juro!! A foto fiz da minha varanda ontem, segunda-feira. Comprovem pela rua molhada, hoje o dia já amanheceu lindo novamente. Dia de preguiça, início de mês e inúmeras contas a pagar no banco me fizeram adiar o texto sobre as amendoeiras. Ancelmo Góis foi mais rápido no teclado e publicou em sua coluna de hoje fotos lindas da árvore que enfeita a cidade, criando um ar outonal europeu em pleno inverno carioca. Citou Rubem Braga que fez da amendoeira uma de suas musas inspiradoras e dizia que elas são "árvores desentoadas": “Nunca estão de acordo entre si. Não se vestem nem se despem por igual. A da esquina ainda está frondosa, cheia de viço, mas a sua vizinha parece uma decoração de Copa do Mundo: há tantas folhas verdes quanto amarelas”. E eu, que estava pensando em escrever algo, que pelo menos chegasse perto do poético, inspirada na minha árvore preferida (ao lado do flamboyant), fiquei entre sem graça e intimidada. Li em algum lugar que hoje é proibido plantar amendoeiras em zonas urbanas. De folhas caducas, são as vilãs dos bueiros e suas raízes podem estragar as calçadas. Fico feliz que ainda há quem se encante com a árvore que generosamente se desnuda para cobrir o asfalto de vermelho, não de sangue, como estamos habituados a ver nos noticiários, mas de folhas que caem lentamente, riscando o ar num balé que só as folhas sabem fazer. Quem sou eu pra ser poética depois de ler a crônica de Carlos Drummond de Andrade “Fala, amendoeira”. Hoje o espaço é dele. Fala, Drummond:
Se você viu, nos posts abaixo, IZ tocando ukelele, deve ter pensado num cavaquinho, certo? Com toda a razão, pois o cavaquinho e o ukelele (também muitas vezes chamado de guitarra havaiana e que significa "pulga saltadora" no dialeto local) têm a mesma origem (*): foram os marinheiros portugueses que levaram este pequeno instrumento de 4 cordas nos navios, por ser de fácil transporte, e em cada parte do mundo ele recebeu um nome, uma adaptação à cultura regional e um tipo de afinação, mantendo apenas o formato original de caixa em oito e as quatro cordas. O cavaquinho afina em "DGBD" e o ukelele em "GCEA" e a afinação é reentrante (a G é mais aguda).
Veja, no Youtube, a canção mais famosa de Israel Kamakawiwo'ole (IZ): o Somewhere over the rainbow (deixe carregar um pouco pra não picotar o som)
A piada mais velha do mundo tem quase quatro mil anos e sugere que o humor escatológico era tão popular nessa época quanto é hoje. A piada surgiu entre os sumérios, que viveram no que é hoje o sul do Iraque, e diz: "algo que nunca aconteceu desde o começo dos tempos: uma mulher nunca soltou um pum no colo do marido". Este é o primeiro lugar da lista de dez piadas mais antigas do mundo, publicada pela universidade de Wolverhampton. Uma piada de 1600 a.C sobre um faraó, o rei Snofru, vem em segundo lugar: "como entreter um faraó entediado? Coloque um navio cheio de mulheres vestidas somente com redes de pesca e diga ao faraó que pegue um peixe". Já a piada britânica mais antiga do mundo data do século X e revela o lado obsceno dos anglo-saxões: "o que é que fica pendurado nas coxas de um homem e quer entrar em um buraco no qual já entrou antes? Resposta: uma chave". "As piadas variam com o passar dos anos. Algumas têm o formato pergunta e resposta, enquanto outras são provérbios e charadas bem-humoradas", disse o autor do relatório, Paul Mcdonald, professor da universidade. "No entanto, todas elas estão dispostas a abordar tabus e têm algum grau de rebeldia. Os trocadilhos, as anedotas e o humor escatológico de hoje remontam às primeiras piadas identificadas nesta pesquisa." O estudo foi patrocinado pelo canal inglês de TV Dave. Se você ainda tiver estômago para ler mais dessas ruindades, veja a relação completa das dez piadas mais antigas do mundo no site (em inglês)
Uma mulher escreveu para um site financeiro pedindo dicas sobre como arrumar marido rico. O melhor da história é que um cara deu para ela uma resposta bem fundamentada.
Os detentos do presídio de Tartagal, na província argentina de Salta (norte), aproveitavam as tarefas de reabilitação na horta da prisão para cultivar maconha, informaram as autoridades do serviço penitenciário. As plantas de cannabis sativa estavam espalhadas e camufladas entre outras hortaliças na plantação que servia de programa para a reinserção social dos presos.